segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Precisamos de um dono...

Amigos,

Lembram da Branca? Pois é... ela "aprontou" de novo. O resultado é que temos uma linda ninhada de onze novos filhotes (ela deve gostar desse número, só pode ser).

Esses pequeninos estão agora com duas semanas, e dentro em breve estarão prontos pra adoção. Quem aí tá precisando de um novo amigo pra fazer a vida ser melhor e mais completa?

Mesmo esquema, turma: quem puder ajudar adotando ou indicando um lar pra algum destes pequeninos, por favor entre em contato através do andresantosmg@gmail.com . Desde já, obrigado a todos.








Ah, eu já ia esquecendo: nada impede que Branca também seja adotada, certo? Magrela ainda permanece conosco, sempre muito dócil e brincalhona, então também aguarda um lar...

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Final feliz para os 6 sobreviventes

Então...

Os últimos dias tem sido consideravelmente difíceis pra mim, por causa do trabalho e da saúde, que me faltou essa semana (coluna cruel)...

Tanto que na segunda feira eu nem postei sobre o falecimento do Preguiça, um dos últimos sete filhotes que restavam na garagem. Preguiça não resistiu, não sei a causa da morte. Sei que tratei deles no domingo, e ele foi se deitar na caixinha preferida dele. Na segunda feira, ainda estava lá, no mesmo lugar. Não se levantou pra comer, nem nada. Não atendeu meu chamado. Fui até lá, e ao ouvir minha voz, o pequenino abriu os olhos com dificuldade, pois já estavam ressecados. Olhou pra mim, esboçou um latidinho tímido e abanou o rabinho. Conversei alguns minutos com ele, pedi que esperasse um pouco mais, que tudo daria certo. Lambeu minha mão, fechou os olhos novamente e abanou um pouco mais o rabo. Prometi voltar depois do almoço, para vê-lo novamente. Ele não conseguiu esperar.

Ao fim da tarde, tive que enterrar o Preguiça, que nunca chegava primeiro em corrida alguma, não se envolvia tanto quanto os outros em brincadeiras e bagunças, preferindo sempre um cantinho ao sol, colo e carinho. Preguiça morreu na segunda-feira, e foi talvez a mais difícil de todas as despedidas dessa história que começou a três meses... 

Eu nem consegui postar nada, pra te dizer a verdade... e já na segunda feira, senti que a coluna ia me derrubar, o que aconteceu ontem a tarde. Minhas crises de coluna são terríveis, dói como nada que eu me lembre, e eu não consigo respirar. Fui parar no PA da cidade, e não consegui também postar nada sobre a melhor notícia de todas, ocorrida na tarde de quarta-feira.

Rosemary Leroy, pessoa a quem eu não terei jamais como agradecer a altura, conseguiu um lar para os seis sobreviventes! Já na tarde de ontem, a própria vacinou, vermifigou, banhou e acolheu os seis, e nos trouxe esta maravilhosa notícia: "A.M.I.G.O.S que curtiram, compartilharam e comentaram neste álbum, estes pequeninos já se encontram em minha casa, com banho tomado, vermifugados e ivomecados e foram apadrinhados por 'anjos' como a Ingrid Novais e Guilherme Campos do grupo Envolva-se de BH. É a segunda vez que me socorrem. Só mesmo Deus para poder pagar tanta solidariedade então, que Deus abençoe e continue a iluminar a todos vocês!"

O resumo desta história é o seguinte:

Eram dezesseis filhotes, cinco da Preta, onze da Branca.

Dois filhotes da Preta, Marrom e Moleque, foram adotados aqui na cidade. Chocolate morreu no terceiro dia, não sei a razão. Pretinho morreu intoxicado por combustível. Pretinha foi atropelada por um ônibus.

Da Branca, tivemos um natimorto. Menino faleceu vitimado por parvovirose. Preguiça morreu, acredito que por inanição. Dois foram adotados aqui na cidade. Os seis sobreviventes foram resgatados e salvos por Rosemary Leroy e seus maravilhosos amigos.

Pirata, com seu olhinho albino; Valentinha, sempre latindo pra tudo; Medroso, que sempre corria pra perto de mim quando se assustava com alguma coisa; Punk e seu pelo arrepiado; Porco, com sua barriguinha saliente até demais... e Branquinha, a filhote mais dócil de todos os dezesseis. Ainda que eu esteja profundamente triste por ter falhado miseravelmente com os que não conseguiram sobreviver e eu não consegui salvar, eu estou consideravelmente feliz porque os seis pequeninos foram salvos por estes anjos que apareceram no momento exato.

Obrigado a todos que nos ajudaram de todas as formas possíveis! Muito obrigado!

Mas, pra dizer a verdade, tem uma dúvida que eu não consigo tirar da cabeça: Faço o que com essa saudade? :)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Os 7 sobreviventes, lutando pra viver

Não vou comentar muito.
Quem acompanha o blog desses pequeninos sabe a origem deles, sabe onde vivem, como estão, tá tudo no primeiro e no segundo post... eles estão cada dia mais necessitados de ajuda, a verdade é essa. E eu não tô conseguindo fazer muito além do que tenho feito. 

As fotos são de hoje, quando tomaram um banho de óleo queimado pra tentar amenizar o incômodo da sarna. Certamente não é o que nenhum veterinário indicaria, eu sei. Mas foi o que a sabedoria popular indicou, e um de nossos funcionários se dispôs a fazer, com boa vontade e desprendimento.

Se alguém ainda puder continuar nos ajudando ao menos a divulgar esses pequeninos, se ao menos conseguirmos lares pra algum deles, já será muito melhor, penso eu. Ou quem puder ajudar ao menos com ração, já tá ótimo.

Tô meio sem palavras, hoje, cês devem estar notando. Não tenho muito o que dizer, sei lá... 

Ração tá pouca, a fome tá muita... mas enfim, eles tem sobrevivido, escapado dos caminhões, fugido de cães maiores, etc e tal...

Tá todo mundo lambuzado de óleo queimado. Acredito piamente que não é melhor receita pro caso, mas ao menos eles tem se coçado bem menos.

E mesmo com toda dificuldade, eles continuam curiosos com a câmera e com tudo mais que lhes cerca. Eles são tão dóceis que se aproximam praticamente de tudo que se move.

Claro que ainda dá pra coçar um pouco...


Tanto que não ficam quietos pra foto.

Mas estão aí, preguiçosos depois de comer.



 Sabe o que mais me chateia? Esse cara aí não tá querendo dormir em bercinhos de cetim. Ele só quer alguém que lhe dê carinho, amor... e ele certamente vai dar tudo isso em troca.

Eles próprios improvisaram esse condomínio ai, que vai dançar amanhã, quando o pessoal da reciclagem vier buscar o papelão...

Todo mundo aninhadinho, quietinho... cai a tarde e eles ficam tristes, sabem que vai todo mundo embora.

Enfim... o que mais posso dizer?

Sabe de alguém que quer SALVAR um deles? Ou que queira de alguma forma ajudar? Por favor, diga. Eles precisam muito, mas muito mesmo. E nesse caso, no estado em que estão, adoção é mesmo pra quem tiver amor pelo animal, sabe? Não é bichinho fofinho, bonitinho... eles precisam desesperadamente de um lar. Então se você puder nos ajudar ao menos a divulgar, obrigado!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Os Sete Sobreviventes

Como todos sabem, já faz algum tempo que estamos tentando lares para estes pequeninos, mas não tem sido nada fácil. Nem abrigos, nem lares... até aqui só conseguimos quatro adoções. Tivemos três perdas entre os cinco filhotes da Preta, somente dois conseguiram lares. Entre os onze filhotes da Branca, perdemos dois pequeninos, tivemos dois adotados. Restam os sete sobreviventes. Eles tem sobrevivido ao dia a dia nesse ambiente hostil, à fome, ao risco iminente de atropelamentos, ataque de outros cães, etc. São pequeninos que precisam desesperadamente de apoio, ajuda, de um lar.

São cães acometidos por pulgas, alergias e sarna. Não são mais filhotinhos fofinhos e graciosos, cheios de pêlos sedosos e brilhantes. São filhotes praticamente abandonados à própria sorte. Nesse caso, a adoção é ainda mais um gesto de amor, é ainda mais um gesto nobre. Então, se por favor você pode nos ajudar a encaminhar um destes pequeninos para um lar, não hesite em fazê-lo. Filhotes em condições muito melhores podem ser encontrados em lares, abrigos, etc. Entretanto, estes precisam muito de socorro. Qualquer ajuda na divulgação será extremamente bem vinda.

Essa mocinha é peralta e curiosa.

Esse rapazinho, no entanto, é tranquilo e brincalhão.

Esta outra mocinha é também bastante tranquila.

Essa mocinha já atende pelo nome de Branquinha. E é de longe e disparado a mais ativa, festeira, agitada, curiosa, brincalhona...

É até complicado tirar fotos dela.

Porque ela não quer posar, quer subir no colo, morder cadarço, etc.

Aliás, não é só ela que quer morder a câmera.

Basta que a mãe se aproxime, entretanto, para que corram pra ela.

Essa foto é bem esclarecedora acerca das condições dos pequenos: estão magros, a pele está sentindo os efeitos da sarna e das pulgas que infestam o ambiente.

Note a altura dos mesmos, em relação à mãe, que é uma cadela de médio para grande porte.

Essas fotos também mostram que a mãe está igualmente afetada pelos problemas relacionados ao péssimo ambiente onde eles tem sobrevivido.

As pernas da Branquinha, visíveis nessa foto, são deveras esclarecedoras sobre a necessidade que esses pequeninos tem de conseguir tratamento e amparo.

Branca, a mãe, é das cachorras mais dóceis e amorosas que já vi nessa vida.

Veja: ela sofre pelos filhotes lhe puxando a pele, sofre pela sarna, com as pulgas... mas se mantém firme. Já vi Branca recusar comida até que o último filhote se satisfaça.

Ela também precisa de ajuda.

Eis os sete sobreviventes e sua mãe. Todos, sem exceção, precisam demais de ajuda. Se você puder nos ajudar, por favor entre em contato. Eu entrego em cidades próximas, se for necessário:

Oi 31 8789-6779
Tim 31 9373-3439
Vivo 31 9878-9170
andresantosmg@gmail.com
Facebook: André Santos

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Quer adotar um filhotinho?

NOVAS FOTOS DOS FILHOTES E DAS MÃES NO FINAL DO POST!!!


Aos que estiverem REALMENTE INTERESSADOS em ajudar ou adotar, ou os dois: fiquem à vontade para entrar em contato através do (31) 8789-6779 (André), ou pelo email: andresantosmg@gmail.com


Infelizmente, animais de estimação tem sido sistematicamente abandonados por seus donos em nossa cidade. Alguns desses animais foram abandonados no local onde trabalho, um setor conhecido aqui na cidade como Garagem da Prefeitura. Os "donos" que abandonam animais lá o fazem porque sabem que é lá que fica o canil. Quando querem se livrar dos animais, os abandonam lá para que fiquem à mercê da carrocinha (o que não tem ocorrido na cidade). Os que sobrevivem ao dia a dia, aos atropelamentos (estamos ao lado de um autoestrada utilizada por caminhões de uma pedreira) e aos maus tratos de alguns seres "humanos" infelizes e desgraçados, acabam permanecendo conosco, e são "adotados" pelas equipes de trabalho. É o caso destas duas fêmeas de médio porte, Preta e Branca.

Animais adultos, as duas já se acostumaram ao ambiente, e tem sido inclusive muito leais ao auxiliar na defesa do local, como várias vezes constatamos, mantendo-se sempre dóceis e amáveis com nossos funcionários e colaboradores mais frequentes. Os próprios funcionários tem se encarregado de alimentá-los e tratá-los. Entretanto, estas duas geraram duas crias.

Preta gerou uma ninhada de cinco filhotes. Um morreu logo ao quarto dia, não sabemos as razões. Dos quatro restantes, ontem faleceu mais um, vitima de intoxicação por combustível. Restam ainda três filhotes fortes, e de personalidades variadas. Branca gerou uma ninhada de onze filhotes, um natimorto. Destes, na tarde de hoje consegui localizar oito (eles tem se espalhado pela área onde estão e se escondem com habilidade, os danadinhos).

Conheça estes animais, e por favor, ajude-nos a encontrar um lar digno para eles. Eles não merecem morrer atropelados, intoxicados, ou de fome ou sede. Eu peço encarecidamente: ajude-nos. Se você souber de alguém que realmente queira ao menos um filhote e nos ajudar a encaminhá-lo, já teremos feito por este o que ele mais precisa. Se tivermos sorte, conseguiremos treze lares! Abaixo, as fotos e as descrições. E obrigado por estar aqui, lendo, conhecendo e nos ajudando a divulgar!


Esta é Preta, amamentando seus quatro filhotes. Destes, o bege é bastante parecido com o suposto pai, um enorme vira-lata que permaneceu na região durante o cio. Dos outros três, o filhote mais à esquerda da foto infelizmente faleceu, após intoxicar-se com combustível. Os outros permanecem firmes até aqui, e salvo engano os sobreviventes são todos machos.


Preta é uma cachorra habitualmente dócil, mas mostrou mudança de personalidade após parir. Odeia ciclistas, motociclistas ou qualquer pessoa que se aproxime dos filhotes sem que ela possa farejar e verificar antes. No dia a dia, observamos que ela se afeiçoa com facilidade, mas é implacável na perseguição à desconhecidos, o que mostra traços de sua personalidade. O suposto pai é um vira-lata de grande porte, calmo porém pouco sociável, nada afeito a brincadeiras, etc.

Esse emaranhado de filhotes é a ninhada de Branca, sendo cinco fêmeas e cinco machos. Predomina o padrão arlequim na pelagem. Estes filhotes, na fase final da desmama, são ainda bastante antissociais, e não estão ainda à vontade com o convívio humano, mas evidentemente um lar e carinho serão suficientes para mudar isso em questão de poucos minutos.

Como a quantidade de filhotes é grande, Branca tem sofrido para amamentar, e já dá sinais de cansaço, além da idade da mesma, evidente pela pelagem esbranquiçada do rosto e o desgaste dos dentes. Logo, ela precisa desmamar o quanto antes. 

Entretanto, mesmo sendo doloroso para ela, basta que alguém se aproxime dos filhotes para que ela gentilmente se coloque perto deles... 

Note-se que é muito filhote pra pouco espaço... 

Os filhotes de Preta. Dos três pretos, já perdemos o de cima. O do meio é praticamente uma criança levada, não pode perceber a aproximação de uma pessoa que já vem procurando brincadeiras e afagos, é muito sociável e divertido. O de baixo é de pouca interação, sempre muito tranquilo. O bege é um caso à parte: se você não se aproximar, ele faz festa. Se você se aproxima, no entanto, ele tenta se esconder, mas sempre acaba cedendo a um afago. 

Os filhotes já estão um pouco maiores do que isso, mas cabem na mão. 

Essa proximidade gera calor. Estes pequenos precisam de um lar com aconchego e carinho... 


Um detalhe sobre o bege: ele apresenta grande quantidade de pele no rosto e no corpo. Guardadas as devidas proporções, lembra um SharPei!

Essa foto é dos primeiros dias dos pequenos, onde ainda se veem os cinco filhotes de sua ninhada... infelizmente não conseguimos salvar todos... mas esperamos que os outros tenham melhor sorte.

Os filhotes de Branca são numerosos, e chega a ser difícil fotografá-los, já que eles não hesitam em se esconder quando nos aproximamos. Mas são tão necessitados de carinho e acolhimento quanto os outros. Tendo em vista o temperamento da mãe, é grande a chance de que sejam todos tranquilos e sociáveis.

NOVAS FOTOS DOS PEQUENINOS E DAS MÃES TAMBÉM!

Olha só a tropinha atacando a ração! E nessa foto nem estavam todos, porque tem um preguicinha que tava curtindo um sono, nem quis saber!


Claro que ele ia acordar e se juntar à tropa!

Eu devia ter dado a ração depois das fotos, ninguém nem ligou pra câmera! 

 Essa carinha triste aí é de quem foi acordada pra ser colocada em posição pra tirar foto. Em compensação, quando já passou a chateação de ser acordada, essa pequenina é uma das mais agitadas.
Essa pequerrucha é a timidez em pessoa, mas aos poucos tem se soltado. Ela também está ganhando peso, desde que comecei a levar ração pra eles.

Essa aí é a menina-problema: Branquinha. Embora pouco afeita a fotos, ela já me reconhece e sabe que sou amigo. O resultado disso é essa pequena diabinha atacando vigorosamente meus cadarços, a barra da minha calça, e me perseguindo por todo lado. Essa é a parte ruim: tenho que fugir dela, porque não posso correr o risco de ela me acompanhar até o pátio, onde o risco de vida pra eles é enorme.


A filhote da Pretinha, bem como seu irmão, estão em outro local até esta sexta-feira. Na sexta, depois do expediente, vou tentar improvisar um canil onde eu possa reunir todos eles.

 Ela é capaz de deixar a comida pra depois, se alguém está por perto, pois já quer se aventurar pelas redondezas, e adora companhia.
Olha a carinha de "que câmera é essa aí? 

 Nessa foto dá pra perceber que a ninhada da Branca está num local bastante cheio de madeiras, que por si só já é um risco: debaixo dessas tábuas todas, não é difícil que hajam escorpiões ou até mesmo cobras, e isso tem me preocupado enormemente.
Observem o bloco de concreto, pois na próxima foto ele será um importante ponto de referência.

Notem que à esquerda do bloco, há um filhote. Eles tem se escondido entre as tábuas, em locais impossíveis de alcançar, mais ou menos como esse pequenino fez. Nesse momento, tava até muito fácil de alcançar o pequeno, mas habitualmente é impossível, eles tentam se entocar, e isso é um grande risco. Não só porque pode haver ameaças embaixo da pilha de madeira, mas também porque a própria pilha pode ceder. Além disso, é grande o risco de que alguém pise numa tábua primeiro, pra descobrir depois que há um pequenino embaixo delas.

É importante apresentar também as adultas. Essa jovem simpática e fotogênica é a Magrela. Animal extremamente dócil, carinhoso, amistoso e calmo. A dentição indica pouca idade, apesar do tamanho.

Curiosa, observadora e muito tranquila, ela convive com os demais animais sem qualquer problema. É certo que se a garagem for invadida por ladrões, ela os receberá com o maior amor do mundo, ao contrário da Preta e da Branca...

E faz pose... 

 Animal atento, que faz as vezes de cão de guarda mas sem jamais perder a doçura, esta é Branca. Ela tem sofrido muito com a sarna e com o desgaste de alimentar toda a ninhada, mas mesmo assim continua carinhosa e presente.
Ela é tão sensível que ao simular uma bronca, ela chora! E mal consegue se conter quando recebe algum carinho. Essa cadela é sem dúvida um dos animais mais cativantes de que já tive notícia.

Preta, nossa temperamental mamãe, é mais impulsiva e não hesita em morder ciclistas e motociclistas, além de não receber bem pessoas carregando guarda-chuvas. É evidente que isso é reflexo de alguma agressão ou trauma, porque no dia a dia ela é a tranquilidade em pessoa, daquelas que se joga no chão na sua frente para ganhar um carinho.

Ela é tranquila na maior parte do tempo, mas tem também sofrido bastante com a sarna e as pulgas. 

Dai você tenta fotografar a pequena Branquinha, e ela insiste em subir no seu colo pra morder o celular. O que fazer num caso desses?

Como essa foto já é mais recente (de hoje, pra ser exato), perceba o ganho de peso e tamanho dos pequenos, que já querem mais e mais se aventurar.


Segue a luta: eu tentando fotografar, e as pequeninas se desgarram do bando, deixam a comida de lado e vem comer cadarço. Isso já está ficando repetitivo!

E a carinha de tristeza quando você separa alguém do bando pra tentar uma foto melhor, mais destacada? Não, eles não são exatamente fãs da fotografia...

"Não quero fazer foto, André, eu quero é comer!"... 

"Porque eu vou descer daqui e vou comer seu cadarço, pode esperar!" 

Posso até estar errado, mas as fêmeas tem crescido mais rapidamente que os machos... 

Só pra descontrair, eis que recebo uma visita na minha mesa de trabalho, que me pegou tão de surpresa que não tive tempo nem de focar adequadamente...

E a pessoa não se incomoda com a papelada, quando ganha alguns grãos da ração dos pequenos. As adultas tem sido alimentadas com pães e comida variada.

Mas se cai um grão no chão, vamos à ele! E depois ela ainda volta pra ver se tem mais algum sobre a mesa...

E esse ela não deixa pra trás...



Enfim, são estes os filhotes que precisam de um lar urgentemente. Por favor, se você realmente deseja adotar um desses pequenos, ou sabe quem realmente quer um, entre em contato. Se puder nos ajudar ao menos a divulgar este blog, agradecemos imensamente. Obrigado por ter nos visitado!

Contato: André - 31 8789-6779 - andresantosmg@gmail.com